Por Daniel Castor, Responsável pelos módulos contábil e de ativo imobilizado do b2click. Atualizado em 05/10/2026.
A reforma tributária saiu do noticiário e entrou no calendário: 2026 marca o início da fase de testes da CBS e do IBS, e daqui até 2033 o varejo brasileiro vai operar com dois sistemas tributários ao mesmo tempo. Para a maioria dos setores isso já é complexo. Para combustíveis — que vivem de monofásico, substituição tributária e regra específica por produto — é o tipo de mudança que separa quem se preparou de quem vai improvisar.
A boa notícia: o que precisa ser feito agora é concreto, barato e está sob seu controle.
Traduzindo para o balcão: durante a transição, cada documento fiscal e cada apuração vão carregar os dois mundos. O sistema que emite sua NFC-e e monta seu SPED vai precisar tratar ICMS/ST/monofásico e IBS/CBS lado a lado, produto a produto.
O cronograma engana. A alíquota cheia vem depois, mas os campos novos nos documentos fiscais, os cadastros e as apurações de teste chegam primeiro — e quem chegar na virada com cadastro sujo vai sofrer em dobro, porque o enquadramento IBS/CBS deriva exatamente de onde hoje mora a maior parte dos erros: NCM, CEST e CST dos produtos.
Um NCM errado hoje gera autuação eventual. Na transição, ele contamina duas apurações ao mesmo tempo.
Na Redesoft, a preparação para a reforma acontece no mesmo lugar onde sempre tratamos tributo: o motor único de tributação por produto do b2click. Os regimes novos entram como parametrização — convivendo com ICMS, ST e monofásico atuais durante toda a transição — e as atualizações chegam pelo ciclo normal de versão, interpretadas pelo nosso time fiscal interno, que tem contadores de formação dentro do desenvolvimento.
Nosso compromisso é simples de verificar: o cliente recebe atualização, não lição de casa.
O que o posto faz até 31/12/2026 — a nota com IBS e CBS, o cadastro, o inventário do dia 31, os créditos de PIS e COFINS e a nota do cliente de frota —, com a fonte oficial de cada tarefa e um checklist para imprimir, está no guia Reforma tributária no posto: o que fazer até 31/12/2026 da Central Fiscal.