Cada venda no balcão é um documento fiscal com prazo de 30 minutos para cancelar e regras próprias de contingência. O PDV precisa resolver isso sozinho.
A NFC-e (modelo 65) aposentou a impressora fiscal na maior parte do Brasil: a cada venda a consumidor, o PDV emite um documento eletrônico autorizado em tempo real pela SEFAZ, com DANFE simplificado e QR Code para o consumidor conferir. Em São Paulo, o equivalente é o SAT-CFe (modelo 59), com um módulo de hardware que assina o cupom e funciona mesmo offline.
A mudança tirou o cartório de dentro do PDV, mas trouxe exigências novas: autorização online, prazo de cancelamento de apenas 30 minutos (contra 24h da NF-e), regras de contingência quando a SEFAZ cai, e a escrituração desses documentos em registros específicos do SPED.
Internet cai, SEFAZ instabiliza — e a fila do caixa não pode parar. O b2click trata a contingência como rotina: o PDV continua vendendo offline e regulariza a emissão quando a comunicação volta, dentro das regras de cada modalidade. No caso do SAT paulista, o próprio hardware garante a emissão sem SEFAZ.
O ponto cego da contingência é o esquecimento: documento emitido em contingência que nunca foi regularizado é passivo fiscal. Por isso existe um painel de monitoramento fiscal na retaguarda: pendências de autorização, rejeições, cancelamentos e contingências abertas ficam visíveis até serem resolvidas.
Errou a venda? O prazo de cancelamento da NFC-e é de 30 minutos. Depois disso, o caminho é outro (devolução com nota própria) — e tentar 'dar um jeito' fora do prazo é o tipo de improviso que aparece na malha. O sistema conduz o operador pelo caminho certo em cada janela de tempo, com as permissões e o registro de quem fez o quê.
Vale lembrar que a NFC-e alimenta o Bloco C do SPED Fiscal em registros próprios, simplificados — mais um lugar onde emitir e escriturar da mesma base evita divergência entre o que o PDV vendeu e o que a EFD declarou.
A mesma retaguarda fiscal atende o PDV de balcão, o terminal POS de pista, o autoatendimento e integrações de terceiros: o documento nasce onde a venda acontece e desagua no mesmo monitoramento, na mesma contabilidade e no mesmo SPED. Para o gestor e o contador, não importa o canal — importa que toda venda vire documento válido e escriturado.
NFC-e (modelo 65) é autorizada online pela SEFAZ e vale em quase todo o país; o SAT-CFe (modelo 59) é o modelo paulista, com hardware que assina o cupom localmente e funciona offline. O b2click opera com os dois conforme o estado.
Após 30 minutos, a NFC-e não pode mais ser cancelada — a correção é feita por devolução com documento próprio. O sistema conduz o fluxo correto conforme a janela de tempo e registra a operação.
O PDV segue vendendo em contingência e regulariza automaticamente quando a comunicação volta. As pendências ficam visíveis no painel fiscal da retaguarda até a regularização completa.
Sim. Todos os canais de venda emitem pela mesma retaguarda fiscal e caem no mesmo monitoramento, contabilidade e SPED — sem consolidação manual entre sistemas.