O Livro de Movimentação de Combustíveis é uma das obrigações mais antigas do setor — e uma das mais malfeitas. Em muitos postos, o LMC vive numa planilha paralela, preenchida no fim do dia (ou no fim da semana...) com números copiados de um caderno. Quando a fiscalização chega, começa a ginástica.
Para cada produto e cada dia, o livro precisa fechar uma conta simples na aparência e traiçoeira na prática:
Estoque inicial + recebimentos − vendas = estoque final
O problema é de onde vem cada número. As vendas vêm dos encerrantes de cada bico — o contador mecânico/eletrônico da bomba. O estoque final vem da medição do tanque — régua ou sonda eletrônica. E entre um e outro existem afericões, testes de bico, variações de temperatura e a evaporação natural. Se cada dado mora num lugar, o livro nunca bate.
No desenho correto, o LMC não é um documento que alguém preenche — é um subproduto do fechamento:
Esse acoplamento muda o LMC de "obrigação que dá trabalho" para ferramenta de controle: a mesma conta que satisfaz a ANP é a que protege o estoque contra perda e desvio.
No b2click GAS, o LMC é integrado ao fechamento de caixa exatamente nesse desenho — encerrantes por bico e turno, medição por telemetria, diferença calculada por bico, bloqueio de consolidação quando o combustível não fecha, e o resultado alimentando o SPED automaticamente. O livro sai em dia porque ele nunca deixou de estar.